DELÍRIOS

O silêncio da noite
rasga o meu inconsciente,
mostra-me o emaranhado da
minha vida feita de dúvidas
e de reticências...

Recolho-me, assustado,
ao meu próprio interior...

Mas, a bruma das dúvidas escondem
a esperança...
Tira-me o direito de entender
os desencontros que marcam a minha vida...

Fui um vencedor, fui vencido
pelo mais forte dos sentimentos...

O amor!

Hoje digito estes verso,
trêmulo, desgastados pela
dor das minhas saudades.

Vou seguir em direção ao desconhecido...
Quero, lá desvendar o mistério
da minha dor.

(Tarcisio Costa)


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Poemas de A-E