MENESTREL
Tarcísio R. Costa

Mergulho no túnel do tempo...
Vou em busca da poesia do passado,
Dos tempos remotos... medievais...
Daquelas paisagens bucólicas,
Eu era, creio, um menestrel...

Um poeta ao léu, ambulante,
Atrás de um grande amor...
Eu era um poeta-cantor
Das minhas saudade...

Era um sonhador,
Em busca de desvendar sonhos...
A sonoridade do meu violino
Me transformva em um sedutor.

Os seus acordes
Acendia o fogo da minha paixão,
Que deixava enlevado o coração
Do meu pretenso amor.

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OS BÁRBAROS
Valeriano Luiz da Silva

Com o fim do Império Romano
A idade média foi-se iniciando
Os bárbaros foram chegando
Cujo período foi de mil anos

Iniciou em quatrocentos setenta e seis
Terminou em mil quatrocentos cincoenta e três
Foi um período assustador
Pois, os bárbaros espalharam terror...

As cidades eles foram atacando
E também saqueando
E junto aos povos nativos acabaram se misturando
E a partir daí os países europeus foram se originando

A língua falada no império romano
Acabou se misturando
A linguagem latina pura
Acabou tendo mistura

O anglo, o saxão, o germânico, o visigodo,
Os bárbaros implantaram com denodo
Assim surgiram as línguas européias então
Como francês, inglês e alemão,

Como a invasão teve longa duração
Os europeus fizeram castelo e fortificação
Viver para o europeu era uma aventura
Em torno do castelo desenvolvia
o artesanato e a agricultura

Dentro da sociedade feudal
Só a igreja católica era universal
A Europa foi constituída por frágeis monarquias
E assim numa sociedade estamental o povo vivia

Até hoje o conceito de bárbaro é crueldade
Significa selvageria e maldade
Oremos a Deus que em sua bondade
Guarde-nos deste mundo de brutalidade

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