LANÇAMENTO DO LIVRO
POESIA... SONHOS... SAUDADES...

No dia 27 de agosto de 2004, em Brasília,
no Café com Poesias, ocorreu o lançamento
do meu livro Poesia... Sonhos... Saudades...

Editar esse livro constituiu-se para mim um
sonho e ao mesmo tempo um desafio.

Pressenti, desde o início, que esse sonho
estava fadado à vitória por se arraigar
em mim um sentimento forte de ideal.
Em torno desse objetivo tornei-me um obstinado.
Embora, com os óbices naturais, em
nenhum momento deixei de vislumbrar o sucesso.

Finalmente, sob a alegria de uma festa bonita,
o sonho concretizou-se. Senti o calor da
amizade e do amor, representados pela
minha família, por muitos amigos e por
vários poetas.
Foi um momento marcante de felicidade...
Assistia-se à concretização de um sonho,
ao presenciar-se o nascimento do meu tão
sonhado livro.
Foi uma noite de autógrafos que me
deixou enternecido.
A seguir transcrevo a crônica que escrevi
no dia do lançamento, intitulada
"Nascimento de um livro", lida na ocasião
e que transcrevo a seguir:

O NASCIMENTO DE UM LIVRO

Acho que há uma acentuada similaridade
entre o nascer de um filho e o nascer
de um livro, principalmente, de poesia.
A criança é fruto do amor, é gerada na
parte sagrada da mulher o ventre,
onde ela toma forma eclodem os seus sentidos...

O livro, também, não é um ato mecânico,
é gerado na alma, é fruto do amor,
com toques transcendentais... O livro,
aos poucos, se desenvolve no útero
da alma, também, toma forma,
vai crescendo... crescendo,
até atingir o nível satisfatório
para vir ao mundo.

Ambos são amados, ambos têm a missão
de levar ao mundo o seu lado positivo,
levar alegria, ativar o amor,
expor a verdade.

Estou passando por essa experiência...
já sou pai, já sou avô...
Com o lançamento do meu livro,
sinto a incrível sensação de
novamente ser pai.
Que esse meu produto, este meu filho,
o meu livro, influa de alguma
forma para produzir ao mundo algo positivo...

Ele fala muito do amor;
fala de saudades;
lembra os tempos de criança,
lembra as minhas dores,
mas oferece lenimento,
através da esperança.

Ele é sonho, é fantasia,
às vezes infantil,
em alguns momentos sério... reflexivo.

Ele lembra o passado,
se assusta com o futuro,
mas recorda a delícia do presente
quando fala dos jardins,
do acariciar das minhas flores,
do adejar sereno das borboletas nos vales,
do olhar para o horizonte, do contemplar
a imensidão os mares, do imaginar o meu
amor perdido em um barco à deriva e
da minha preocupação em salvá-lo.

Ele lembra o deserto, mas fala do oásis,
fala dos mares, mas não esquece os rios,
fala das matas, mas não esquece o jardim,
ele é antítese, ele é amor, ele é paixão,
ele é tristeza, mas é o sorriso da alegria,
ele é profano , mas fala com amor sobre o
criador do universo, ele é, muitas vezes,
tristonho, mas, ao mesmo tempo,
é a mistura das cores... ele fotografa a natureza.

Ele é fantasia, ele vê na incerteza o
esconderijo das nossas ilusões.
Ele é amor... ele é poesia,
ele sou eu e pode ser você.

Tarcísio R. Costa

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