MENESTREL

Mergulho no túnel do tempo...
Vou em busca da poesia do passado,
Dos tempos remotos... medievais...
Daquelas paisagens bucólicas,
Eu era, creio, um menestrel...

Um poeta ao léu, ambulante,
Atrás de um grande amor...
Eu era um poeta-cantor
Das minhas saudade...

Era um sonhador,
Em busca de desvendar sonhos.

A sonoridade do meu violino
Me transformva em um sedutor.

Os acordes do meu velho violão,
Acendia o fogo da minha paixão,
Que deixava enlevado o coração
Do meu pretenso amor.

(Tarcisio Costa)


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