ONDE ESTÁS II

Ah! como sinto a tua falta, amor,
Procuro-te nos mistérios do meu inconsciente,
Vasculhos todos os recônditos do meu âmago,
Lá, onde deposito os meus segredos...

Não encontro nenhuma explicação,
Por quê sumiste dos meus sonhos,
Se, ainda, estás viva no meu coração?

Uma sombra, uma cortina ilusória te esconde,
Eu pergunto, o que fazer? seguir para onde?
É um mistério que traz a mim a incerteza...

Essa dúvida fere a nossa realidade
Vive a me atormentar a interrogação:
O que será que sente o teu coração?
É um violência... A crueza da verdade...

(Tarcisio Costa)


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