O RESSURGIR DA VERDADE Tarcísio R. Costa A sonoridade ecoava ao longe... Era um violino Seguido por um flautim de som triste, oriental... Desabava uma indescritível saudade, tal Como se estivesses a ressuscitar um carinho... Era a festa da volta tristonha do passado... Olhares lacrimejantes, de chorosa saudade, A encontrarem nas sendas do passado, a verdade, Num testemunho de que nem tudo estaria acabado. Eclode como raios abençoados, a alegria... O sol renasce e, com ele, uma nova realidade, Extingue-se na penumbra, rastros da nostalgia. Nesse momento sagrado ressurge a verdade, É o som melodioso dos pássaros, em sinfonia, A inundar os corações de renascida saudade... (Tarcisio Costa)


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