PAZ NA CONSCIÊNCIA

Aquele dia eu sentia alegria
E uma profunda paz interior...

A todos eu sentia o desejo de amar,
Sentia-me solto, feliz como as aves
Que nos galhos, ficam a cantar...

Proviam da minha mente,
Os meus mais belos sonhos
E os momentos da minha existência
Que me deram maiores felicidades...

Era uma mistura de alegria,
De prazer, de conquistas
E de verdades.

Apagara-se da minha mente,
As frustrações e as incertezas,
Até os meus olhos sorriam,
Não lembrava de nada
Que significasse tristeza.

Tudo refletia felicidade.
Lembrei-me do meu primeiro amor,
Mas, era tamanha a minha alegria,
Que nem sequer, senti saudade...

Mas, por que tanta felicidade,
Enquanto o mundo triste,
Transverte-se em incerteza?

Como pude me envolver em tanta beleza?
Pela lógica, seria uma incoerência,
Ou um conflito com a realidade!

Uma coisa ou outra não importa...
Não se trata de artifícios ou de incoerência!
Todos temos o direito à felicidade
Basta vivermos com simplicidade...
E com paz na consciência.

(Tarcisio Costa)


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Poemas de P a T