ROSA AMARELA

No embalo
Da "Valsa das Flores",
O salão todo iluminado,
De flores rubra paixão
Todo enfeitado.
Mas quem pudera!
Eu mantinha a rosa amarela,
Apertada ao meu coração...
E assim, como todos,
Deslizávamos no salão,
E, numa contradança,
Ofertei-lhe a rosa amarela, Aquela
Do meu coração...
Foi um instante de Deslumbramento!
Ela saía, afinal, do meu pensamento,
Para, ao encontra com a realidade,
E aportar no meu coração...
Espero que essa seja para sempre
A sua e a minha verdade...


(Tarcisio Costa)


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Poemas de P a T